NOSSA HISTÓRIA

Nestes 20 anos de fundação da empresa, muitos foram os desafios enfrentados e momentos marcantes. Apresentamos abaixo uma breve histórico da UMI SAN e algumas datas relevantes, que contam os avanços alcançados e fatos importantes em nossa história.

LINHA DO TEMPO

1999

O pontapé inicial! O Cmt Airton A. Rodrigues, recém-reformado na Marinha do Brasil, lança-se ao mercado e funda a empresa UMI SAN, iniciando a prestação de serviços de apoio à navegação e assessoria a terminais portuários.

2003

Unindo forças! Primeira reestruturação societária, passando a integrar como sócios Renan Costa, Suboficial e colega de farda do Cmt Airton, e Sandro Paixão, Engenheiro Agrimensor, contribuindo para alavancar a empresa. Fortalecemos a atuação na prestação de serviços, com a criação das divisões de Hidrografia, Topografia e Sinalização Náutica.

2006

Criatividade e profissionalismo que dá resultado! Desenvolvimento da primeira Boia Articulada Submersível (BAS), patenteada pela UMI SAN e implantada nos terminais da Samarco e Portocel. Firmado o primeiro contrato com a Vale S.A., passando a atuar em todo o território nacional e se projetando em diversos portos do Brasil.

2008

Fortalecendo o Poder Marítimo Brasileiro! Criação da divisão de gerenciamento e fiscalização de dragagem. Participação no Projeto de Dragagem e Aprofundamento do Porto de Tubarão (Vale – ES), sendo uma das maiores obras do tipo já realizadas no Brasil.

2009

Inovação à vista! Construída a PLAEL (Plataforma Autoelevatória), primeira do tipo no Brasil, voltada para águas rasas, e criação da divisão de geotecnia, com foco em investigações sobre lâmina d’água nearshore, também atuando em sondagens em terra.

2012

Superando grandes desafios! UMI SAN conclui com sucesso o monitoramento de ondas e correntes na Baía de São Marcos, local com fortes correntes e ondas de areia imensas, e inicia a atuação no Porto do Açu, com enorme batimetria para possibilitar a confecção da carta náutica do Super Porto do Açu, maior porto do Brasil e terceiro maior do mundo.

2014

Expandindo o sonho! Com modelo stock-option, profissionais estratégicos se tornaram sócios e é criada a filial no Rio de Janeiro, consolidando a atuação no Super Porto do Açu e expansão no mercado nacional.

2016

Novas embarcações adicionadas à frota! Aquisição de novas embarcações para aumentar a capacidade produtiva da empresa, como o rebocador São Pedro Glorioso, para operações marítimas e serviços de mergulho, Multicat Açu, para movimentação de cargas e sinalização náutica, e embarcação hidrográfica Santa Edwiges, equipada e preparada para levantamentos hidrográficos, contando inclusive com moon pool, garantindo maior qualidade aos serviços prestados.

2018

Interiorizando a atuação no mercado! A UMI SAN expande as atividades para o continente, iniciando a batimetria do maior reservatório das Américas, Reservatório de Sobradinho, contendo mais de 4 mil km² e inicia o monitoramento hidrográfico e ambiental do Rio Madeira, com mais de 1.100 km de hidrovia na região amazônica.

2019

20 anos de mercado! A UMI SAN comemora liderando o mercado brasileiro de sinalização náutica, gerenciamento de obras de dragagem e levantamentos hidrográficos de precisão, atuando em grandes obras ao longo de toda a costa brasileira e águas interiores. Neste mesmo ano, o sócio-fundador Cmt Airton Rodrigues falece, cumprindo sua missão na terra, mas seu legado, ensinamentos e valores permanecem e continuarão vivos, contribuindo para o crescimento da empresa a cada dia. O Conselho de Administração assume a condução da empresa, dando seguimento a ações administrativas e reestruturações.

HOJE

Haverá sempre muito o que fazer! Seguimos atuando em grandes projetos por todo o Brasil, tais como dragagem do Rio Madeira, Porto do Açu, Samarco e Portocel, implantação de novas boias no Porto do Rio e Imetame, atualização das cartas náuticas do Porto de Rio Grande, depois de décadas de espera da comunidade local, dentre outras obras. Seguimos fortes em nossa missão de contribuir para o desenvolvimento e segurança da navegação e do poder marítimo brasileiro, tendo a certeza de que “haverá sempre muito o que fazer”.